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Café arábica sobe 1,52% e saca chega a R$ 1.601,25
Açúcar cristal também registra alta em São Paulo, enquanto café robusta apresenta queda; milho tem leve valorização após sequência de recuos.
Por JORNALISMO EDUCADORA
Publicado em 19/10/2026 07:49
ECONOMIA
Freepik

Os preços de produtos agropecuários apresentaram variações nesta segunda-feira (19), com destaque para a alta do café arábica e do açúcar cristal no mercado paulista. Os indicadores divulgados pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) têm como referência as cotações registradas na sexta-feira (16).

O café arábica teve alta de 1,52%, com a saca de 60 quilos negociada a R$ 1.601,25 em São Paulo. No acumulado do mês, a valorização chegou a 1,55%.

Já o café robusta apresentou queda de 0,50%, com a saca de 60 quilos cotada a R$ 963,28. No mês, o indicador acumula recuo de 2,25%.

Açúcar cristal

O açúcar cristal branco registrou alta de 0,85% na capital paulista. A saca de 50 quilos foi negociada a R$ 125,74, com valorização acumulada de 3,81% no mês.

No mercado de Santos, o indicador do açúcar cristal, com preços para retirada no porto e sem impostos, apresentou queda de 0,10%. A média ficou em R$ 138,50 por saca de 50 quilos. Apesar do recuo diário, o indicador acumula alta de 10,25% em outubro.

Milho

A saca de 60 quilos do milho registrou leve alta de 0,06%, chegando a R$ 64,85. Mesmo com a variação positiva no dia, o produto acumula queda de 5,56% no mês.

Os indicadores do Cepea acompanham as oscilações dos preços agrícolas e são utilizados como referência por produtores, comerciantes e outros agentes do setor.

Diferenças entre os cafés

O café arábica é conhecido por suas características sensoriais, com aromas e sabores mais complexos, e tem forte presença no mercado de cafés especiais. No Brasil, Minas Gerais e São Paulo estão entre os principais estados produtores.

O café robusta, também conhecido como conilon, apresenta maior teor de cafeína e sabor geralmente mais intenso. É utilizado na produção de café solúvel e em misturas comerciais, com destaque para a produção no Espírito Santo e em Rondônia.

Fonte: Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

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